Nada será como antes:
Não ouvirei reclamações
Nem responderei indagações,
Serei um tolo errante
Vejo a figura de um menino
Envolto no concreto
Espírito ereto:
Miserável destino.
Vejo uma mulher a chorar
Sua flor desfalecera
Seu ser morrera
Doloroso penar
Vejo um homem sorridente
Pegara o que não era seu
Roubara o que um dia fora teu
Ele sorri de forma estridente
Por fim, vejo uma guria
Com seus brinquedos a brincar
Está a partilhar
E vejam só como ela vivia...
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