São Paulo, 27 de Novembro de 2011
Querido Diário,
Não sei por que escrevo. Verdadeiramente, acho que faço isso porque tem algo em meu peito querendo explodir, esse algo quer sair, tem feito muito mal a minha vida, tem me machucado tanto por dentro. Não sei por que escrevo, até porque não tenho palavras pra descrever esse sei lá oque que está preso em mim... Só sei que dói, que tem me corroído, que em lágrimas não mais saem, e que sequer tenho forças de lança-lo fora...
Sabe quando você vê que tudo aquilo que você mais prezava pra ver bem começa a ficar embaçado e você sabe que vai sumir? Pois é, é assim que as coisas estão, triste não Diário? Mas eu não sei o que eu faço... Eu não sei como faço pra concertar as coisas, não sei nem ao certo se foi eu que fiz tudo isso... Eu já não sei de mais nada, e isso, está acabando comigo.
Perdão por borrar sua folha com meu pranto, é que está difícil, e pelo jeito, vai continuar...
Mas quer saber de algo? Pra alguém que nem era pra nascer eu até que estou bem nas paradas...
Diário... Eu sei que vai passar, mas por hora, aceite minha mão pesada escrevendo em vossas linhas e por vezes até se perdendo no meio delas...
Em breve voltarei, e se isso não acontecer, não fique triste... Um dia alguém te achara. Abraços e obrigado por ser um ouvinte fiel.
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