Com sua formosa irís escura
És uma criatura nefastaNão chamo isso de devassa.
É uma mulher obscura
Seu sangue pulsa algo novo
Ele chama pela minha vida
És uma mulher bendita
Um ser que esbanja renovo
Não lhe chamo de algoz,
Pois és uma pequena
Tem uma alma serena,
Contudo, é um ser feroz.
Perderia (ou ganharia) dias e dias
Falando de alguém como você
Que domina o meu ser
Por isso, lhe digo, és tu,
Que apesar de sombria
Me traz a imensa alegria
De simplesmente existir...

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