terça-feira, 14 de junho de 2011

Poema

Dentre todas as coisas que já vi
Das coisas que o sol ilumina
Das coisas que a Lua abomina
És tu a que eu sempre quis.

Não sei porque não lhe falo
O quanto és incrível
Tesouro imprescindível
Por isso, eu me calo.

Mas agora escrevo em versos
O quanto sonho contigo
Não quero ser só seu amigo

Agora estou imerso
Num amor nunca visto
Amor que sem, eu não existo...

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